Situação de Emergência: A maioria dos aeroportos NÃO tem cartório dentro do terminal. Se você chegou para embarcar e não reconheceu firma, você precisa correr para o cartório mais próximo da cidade ou usar o Juizado de Menores do aeroporto (que é burocrático e nem sempre resolve na hora).
O que fazer AGORA?
- Passo 1: Gere a autorização no CartasApp e receba no seu e-mail/WhatsApp.
- Passo 2: Imprima na lan house do aeroporto ou no hotel.
- Passo 3: Pegue um Uber para o cartório de notas mais próximo (pesquise no Google Maps "Cartório de Notas" + nome da cidade).
- Passo 4: Volte e embarque.
Não perca tempo formatando
Gere o documento em 2 minutos enquanto vai para o cartório.
Gerar Autorização UrgenteAeroportos com Cartório ou Próximos
- Guarulhos (GRU): Não tem dentro. O mais próximo fica no centro de Guarulhos.
- Congonhas (CGH): Tem cartórios próximos no bairro Campo Belo.
- Brasília (BSB): Possui cartório no terminal (verificar horário).
Reconhecimento de Firma em Documento Particular — A Regra Atual
Um mito antigo que ainda assusta os pais: achar que a autorização precisa ser feita por escritura pública cara. A Resolução CNJ 295/2019 já permite a autorização como documento particular — o reconhecimento de firma, quando exigido pela companhia aérea ou pela Polícia Federal no embarque, é feito no modelo particular mesmo. O preço varia por estado (em geral R$ 8 a R$ 18 por assinatura, mais caro quando o cartório só faz autenticidade em vez de semelhança), por isso ligue e confirme o valor antes de pedir o Uber. A tabela completa de custos por estado e por tipo de documento está em quanto custa uma autorização de viagem.
A Alternativa SEM Cartório: Autorização Eletrônica de Viagem (AEV)
Se os pais já têm certificado digital, existe um caminho que dispensa a corrida ao cartório: a AEV (Autorização Eletrônica de Viagem) é feita pelo sistema e-Notariado, por videoconferência com o tabelião — dá para resolver de onde estiver, inclusive do hotel, sem papel. Para o modelo impresso com firma reconhecida, o detalhe que derruba muita gente no balcão: o check-in costuma reter uma via original da autorização, então imprima sempre duas vias (assinadas e com firma reconhecida nas duas), deixando a segunda acompanhando o menor. E atenção à validade: sem data definida, o documento vale por até 2 anos (Resolução 295 do CNJ) — mas o ideal é limitar ao período exato da viagem. O comparativo completo entre os dois formatos está em autorização eletrônica de viagem (AEV) x modelo impresso.